Meu Perfil
BRASIL, Nordeste, SAO LUIS, OLHO D AGUA, Mulher, de 36 a 45 anos, Portuguese, Informática e Internet



Histórico


Votação
 Dê uma nota para meu blog


Outros sites
 UOL - O melhor conteúdo
 BOL - E-mail grátis


 
FormAção pela Escola - FNDE


COMUNIDADE ESCOLAR: elegendo prioridades, de olho na transparência

 

 

                                                         Dorcas Abreu

                                                         Margaret de Jesus Pinto de Souza

                                                         Maria Vanderluce do N. Cruz

 

 

 

OBJETIVOS:

 

Geral:

 

v  Priorizar a transparência na prestação de contas e em todo processo de tomada de decisões e gestão dos recursos financeiros do PDDE , visando a melhoria de sua infra-estrutura física e pedagógica.

 

Específicos:

 

v  Identificar, através da comunidade escolar, as necessidades da escola;

 

v  Desenvolver a cidadania, o controle social e a criatividade para empregar os recursos com qualidade e responsabilidade;

 

v  Facilitar o processo de compreensão de funcionamento da prestação de contas, da utilização dos recursos do PDDE do PDE e das ações do FNDE;

 

v  Conhecer as entidades e instituições representativas, bem como os membros que as representam oficialmente;

 

v  Desenvolver habilidades que possibilitem resolver problemas na prestação de contas;

 

v  Reconhecer que o processo de execução do PDDE é feito em regime de parcerias;

 

v  Possibilitar a participação coletiva para que a gestão seja democrática;

 

v  Gerir com democracia, autenticidade e responsabilidade os recursos oriundos do PDDE.



Escrito por Valéria Lyra e Wirlanda Jorge às 21h13
[] [envie esta mensagem] []



SUJEITOS:

 

Escola, colegiado escolar, gestores, professores, grêmio estudantil, secretário escolar, tesoureiro, representantes da comunidade escolar.

 

 

SITUAÇÃO PROBLEMA:

 

Os problemas existentes na escola e comunidade escolar no geral, na sua maioria devem-se ao desvio de recursos de custeio e de capital. Os recursos são mal administrados e como em toda e qualquer instituição pública não há fiscalização nem cobrança por parte de órgãos superiores executores.

 

A comunidade escolar é passiva e desconhece o montante dos recursos e para que seja destinado. Como em qualquer órgão, escola, associação, agremiações, geralmente os representantes não socializam com seus membros como, quando e com quanto à instituição é beneficiada com os recursos do PDDE, PDE e outros.

 

A comunidade escolar, mesmo os mais próximos (que estão dentro da escola) não tem participação no planejamento e nas decisões de como investir as verbas que são destinadas pelos programas para melhoria da escola e de toda comunidade escolar. Nem mesmo sabem de qual programa participam e que se beneficiam.

 

Muitas vezes os representantes da caixa escolar, colegiados, secretários, tesoureiros e outros representantes assinam papéis sem nem mesmo saber o que e porque estão assinando, e assim não percebem que estão contribuindo para o aumento da desigualdade social.

 

Há que se ter respeito pelo que é do povo, justamente porque é público e são impostos pagos pela sociedade que estão em jogo. É necessário gerir com responsabilidade, pois tudo não deixa de ser patrimônio público que a qualquer momento pode cair em mãos erradas, como acontece muitas vezes e acabar tendo um fim diferente do que foi destinado. Para evitar isso, os recursos devem ser descentralizados corretamente, dando a eles seus verdadeiros destinos.

 

A educação é um meio pelo qual o homem se torna homem, convicto de seus direitos, ideais e valores morais. A escola não é um depósito de pessoas sem alternativas. É nela que formamos pessoas capazes de se reconhecerem como cidadãos, reconhecerem suas necessidades e elegerem suas prioridades com transparência, responsabilidade e cidadania.

 

ESTRATÉGIAS:

 

v  Convocação trimestral de toda comunidade escolar (pais, alunos, professores, operacionais, gestores, supervisores, todo corpo administrativo, colegiado escolar, conselhos) para reuniões com pautas previamente definidas;

 

v  Palestras com monitores ou pessoas para prestar esclarecimento sobre os programas PDDE, PDE e do FNDE;

 

v  Vídeos de algumas escolas que são beneficiadas pelos programas e que conseguem administrar os recursos com transparência e responsabilidade;

 

v  Semestralmente reunir os membros participantes (todas as pessoas envolvidas) nos trabalhos de aplicação dos recursos;

 

v  Incentivar os envolvidos a participarem com sugestões e eleição de prioridades às necessidades infra-estruturais e pedagógicas da escola;

 

v  Promover mini-cursos que falem a respeito dos programas do governo;

 

v  Criação de comissões de fiscalização da utilização e aplicação das verbas recebidas de acordo com os fins para que foram solicitadas;

 

v  Planejamento e aplicação de planos de ação para fiscalização e execução das atividades propostas;

 

v  Exposição explícita e detalhada da prestação de contas afixada no mural da escola ou em local de fácil visibilidade por todos.



Escrito por Valéria Lyra e Wirlanda Jorge às 21h13
[] [envie esta mensagem] []



ENCONTRO FINAL - PDDE

              

 



Escrito por Valéria Lyra e Wirlanda Jorge às 19h00
[] [envie esta mensagem] []



Caro cursista, convidamos você a refletir sobre a metáfora de Platão , para entender um pouco melhor como é o relacionamento humano mediante o conhecimento.Platão nos desafia a pensar nos tipos de reações que podemos expressar na ausência da luz(conhecimento) e na sua presença.Neste módulo PDDE, você encontrará informações que , se utilizadas, poderão transformar realidades e fazer a diferença para a melhoria da coletividade.

 

O MITO DA CAVERNA

 

Há muito tempo atrás, o filósofo Platão criou o mito da caverna, onde, segundo, esse mito, haveria uma caverna subterrânea onde uma comunidade humana vivia sem nunca terem saído. A única coisa que conheciam eram suas próprias sombras refletidas nas paredes. A entrada dessa caverna ficava bem distante de onde eles estavam, mas todos sabiam onde eram, entretanto, ninguém nunca tentou sair, pois os mais antigos diziam que era muito perigo.

 

Porém, um dos membros, inquieto quanto a isso resolveu sair e viu que o mundo fora era muito bonito e não tinha nada de perigoso, pelo contrário, era um lugar onde poderiam viver muito bem. Voltou para a caverna e contou para todos o que viu. Ao ouvirem seu depoimento, a comunidade ficou chocada e passaram a condená-lo e tratá-lo como louco. Ele não se conformou quanto a isso, queria levar os outros para fora, para terem uma vida bem melhor. Entretanto, eles tinham muito medo de se arriscarem e resistiram àquilo que o rapaz falava.

 

O rapaz acabou sendo isolado, no entanto, ele continuou com sua missão de fazer a comunidade conhecer o mundo que existia fora da caverna. Até que um dia, o líder da comunidade concluiu que aquele rapaz representava uma ameaça, pois estava incitando a comunidade a desobedecer ordens há muito tempo estabelecidas. Ele convocou uma reunião onde foi decidido que ele deveria ser morto. O rapaz foi assassinado e a comunidade continuou a vivendo nas trevas.

 

PARA REFLETIR:

A grande questão é: Temos coragem de sair da caverna? Ou é melhor permanecer dentro da caverna e deixar as coisas como estão? Se permanecermos é porque somos alienados e incapazes de reconhecer a verdadeira realidade, permanecendo só nas aparências. Se sairmos, não teremos coragem de voltar e permanecer, pois quem conhece a realidade e se conscientiza dela, jamais descansará porque sabe de sua missão. Portanto, nos cabe em primeiro lugar, refletir sobre nosso gesto de contempladores; em segundo, é tomar consciência da nossa realidade; e em terceiro, é retornar a caverna para tirar quem ainda está lá.

 



Escrito por Valéria Lyra e Wirlanda Jorge às 20h35
[] [envie esta mensagem] []



TRABALHO FINAL DO MÓDULO COMPETÊNCIAS BÁSICAS: Formação Pela Escola

 

 

                 Dorcas Abreu                                                                 

                Margaret de Jesus P. Souza

                                   Maria Vanderluce do Nascimento Cruz

 

 

 

O FNDE e a infra-estrutura das escolas

 

 

                   A infra-estrutura das escolas é um fator que afeta o desenvolvimento das atividades pedagógicas quanto ao material didático ao professor, de apoio e pessoal, carteiras, número de alunos por sala, banheiros inadequados, ventilação e iluminação nas salas, refeitório, entre outros.

                   A atual política de governo no que se refere à educação como um todo, pouco tem contribuído de fato e de direito para solucionar alguns dos muitos problemas enfrentados pela educação. As ações desenvolvidas pelos governantes não priorizam o setor educacional que é deficiente, sendo este um dos seguimentos prioritários em qualquer sociedade e forma de governo.

                   O FNDE é um importante programa que tem como finalidade viabilizar algumas situações para o bom desenvolvimento da educação. Com o apoio do FNDE muitos recursos são destinados a capitais e municípios para serem aplicados corretamente no que de mais houver necessidade. Porém, os benefícios quase não aparecem, pois muitos são desviados de seus verdadeiros destinos.

                   Os recursos são repassados a fim de atenderem progressivamente a carência de municípios, escolas e alunos, especialmente grandes cidades nas quais se verifica um grande número de evasão escolar e analfabetismo, associado à maior vulnerabilidade e distorção social.

                   Os gestores dos estados e municípios não priorizam os problemas da comunidade, não delegam pessoas compromissadas com a distribuição e adequada aplicação do dinheiro público, com a utilização dos benefícios trazidos pelos programas que venham favorecer as comunidades em geral.

                   O que facilita essa distorção é a falta de conhecimento e acesso da população às informações necessárias. O cidadão brasileiro de modo geral não sabe cobrar do poder público aquilo que pode lhe beneficiar para que tenha uma melhor qualidade de vida.

                   Assim, faz-se necessário repensar políticas públicas educacionais com responsabilidade, com eficiência. Isso pode ser conseguido ao indicar ou eleger pessoas que tenham afinidades e engajamento com os problemas da comunidade escolar, de modo a integrar mais essas comunidades com a participação ativa de seus membros. Escolhendo gestores que atendam às necessidades da comunidade, intervindo com petição de prestação de contas detalhadas por área de distribuição será possível conseguir modificar e melhorar a situação atual em nossas escolas.

 

 

Condução da investigação: consultas a textos, relatos e depoimentos.



Escrito por Valéria Lyra e Wirlanda Jorge às 22h41
[] [envie esta mensagem] []



Prezado cursista,

Você tem conhecimento se a escola em que você trabalha recebe o repasse do PDDE? De que forma ele está sendo utilizado?

Aponte alguns problemas e necessidades que existem na escola em que você trabalha que podem ser resolvidos com os recursos do PDDE.



Escrito por Valéria Lyra e Wirlanda Jorge às 10h22
[] [envie esta mensagem] []



Programa Dinheiro Direto na Escola – PDDE

O Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) consiste no repasse anual de recursos às escolas públicas do ensino fundamental estaduais, municipais e do Distrito Federal e às do ensino especial mantidas por organizações não-governamentais (ONGs), desde que registradas no Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS).

O repasse dos recursos do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) é feito anualmente pelo FNDE às contas bancárias das unidades escolares, cabendo a elas utilizar os recursos, de acordo com as decisões dos órgãos colegiados da escola.
Os recursos podem ser utilizados para as seguintes finalidades: aquisição de material permanente; manutenção, conservação e pequenos reparos da unidade escolar; aquisição de material de consumo necessário ao funcionamento da escola; capacitação e aperfeiçoamento de profissionais da educação; avaliação de aprendizagem; implementação de projeto pedagógico e desenvolvimento de atividades educacionais.

O valor transferido a cada escola é determinado com base no número de alunos matriculados no ensino fundamental ou na educação especial estabelecido no Censo Escolar do ano anterior ao do atendimento. Tendo em vista a importância assumida pelo PDDE no cotidiano das escolas, em razão deste programa se caracterizar pelo repasse de dinheiro direto para as escolas públicas de todo o país, vamos discutir a seguir o referido programa e o papel do Conselho Escolar na gestão do mesmo.

fonte:http://portal.mec.gov.br



Escrito por Valéria Lyra e Wirlanda Jorge às 08h49
[] [envie esta mensagem] []



Prezado cursista,

Você concorda que as políticas públicas interferem na vida do cidadão? De que forma isso ocorre? Você poderia exemplificar?

Aqui vale expressar a sua opinião e também dialogar com os colegas de curso, concordando, discordando, questionando, acrescentando novas ...



Escrito por Valéria Lyra e Wirlanda Jorge às 18h19
[] [envie esta mensagem] []



24/05/2008

Prezado Cursista,

Este espaço é reservado para a sua apresentação pessoal. É um convite para que você possa falar um pouco de si, de seus planos, gostos, preferências e expectativas quanto ao Formação pela Escola.

É também uma oportunidade para que você possa conhecer todos os participantes deste grupo que inicia agora um processo de convivência nesta comunidade on-line.

Esperamos que estas vivências sejam bastante proveitosas e que possam contribuir para o seu crescimento pessoal e social.

        

 

 



Escrito por Valéria Lyra e Wirlanda Jorge às 18h10
[] [envie esta mensagem] []




[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]